terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Coletivos | Bumba-meu-boi de João Marcolino etc. | DJBC

ATUALIZAÇÕES 2021

Anos 70...................................
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SD O Boi, *dança junina que por aqui se brincava no Carnaval.
ACERVO: João de Patrício. TRATO: Evaldo Brasil.
1997........................................
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16JUL O Boi de João Marcolino citado em poema.
POEMA&TRATO: Evaldo Brasil.
2001........................................
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FEV01 Um boi, a burrica e um galo, compondo a formação do Arrasta Tudo daquele ano.
ACERVO: masBrasil. TRATO: Evaldo Brasil.
2002........................................
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FEV02 E Adriano Homero "batiza" a filha, no Carnaval desse ano.
ACERVO: Heloísa Gabrielly. TRATO: Evaldo Brasil.
2010........................................
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FEV10 O Boi Preto no cordão de frente da Escola de Samba “Morro do Piolho”. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2011.......................................
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06MAR11 O Boi da Escola de Samba “Morro do Piolho”, do Mestre Marconi.
FOTO: Marcos Câmara. TRATO: Evaldo Brasil.
2014........................................
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MAR14 O Boi da Quero Mais, abrindo alas das Troças.
ACERVO: Associação Afro-cultural Quero Mais. TRATO: Evaldo Brasil.
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16FEV O Boi Acadêmico nº 01, da Última Hora, no concurso prévia carnavalesca. 
FOTO: Joelmir Ribeiro. TRATO: Evaldo Brasil.
2017........................................
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27FEV Abrindo alas para a Acadêmicos da Última Hora, o Boi de couro novo, pelas ruas da cidade.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
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07SET Referência mista das culturas afro e indígena, o Boi desfila no 7 de Setembro. 
FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil.

O Boi de Marcolino

Foi Evaldo Brasil que me instigou a pesquisa, quando questiona em seu poema: “O que matou meu boi? O de João Marcolino/ Boi dos meus carnavais quando eu era menino" (Noção Planetária). Pinçando aqui e acolá reconstruí parte desta história, cujo complemento fica a cargo dos nossos leitores em seus comentários.

Conta a lenda que uma escrava grávida desejou comer a língua do boi do seu senhor, que o marido sacrificou para saciar a sua vontade. O animal era muito querido e por essa razão curandeiros foram chamados para ressuscitá-lo. A festa em si é a celebração quando o boi volta à vida.

Em muitos Estados se observa esta tradição, mas em Esperança na Paraíba a representação acontece no período de carnaval.

O Bumba-meu-boi ou Boi-bumbá esperancense se tornou mais conhecido a partir do bloco fundado por João Marcolino dos Santos em 02 de fevereiro de 1962. Apesar de existir em manifestações anteriores, este foi o mais original e duradouro bumbá de Esperança.

Adaptado ao tríduo momesco, o Boi de Marcolino chegou a ter 150 componentes que eram guiados pelo zabumba, triângulo e a sanfona ao som do “Boi da Cara-preta”. Era confeccionado em madeira e papelão, coberto com tecido de “chita”; e adornado com chifres naturais e espelhos de diversos tamanhos e formatos.

Outra característica nossa, foi a introdução de animais como o Urubu, quando então se cantava “O urubu tá com raiva do boi”.

O bloco saia às ruas na manhã do Domingo pré-carnaval conduzindo os foliões, permanecendo ativo até o final dos anos 80. Hoje o conhecido “Arrasta-tudo” é um remanescente do velho boi cujo criador era apenas um sapateiro da cidade.

Quem matou o boi? Não foi a mulher desejosa, pois nesta lenda ele vive depois. Por aqui, dizem que foi um tal de “Falta de apoio” que tem feito muitas vítimas culturais.
 Rau Ferreira


7 comentários:

  1. Judite Galdino, via Facebook: Umas das grandes criatividade que presenciei, nos mais belos e criativos carnavais de Esperança. Contínuo a afirmar: Esperança era grande.

    Fátima Macedo, idem: Bem novinho!

    Jorge Assis: O dono do bloco Faculdade do Bacurau é filho de João Marcolino.

    Nilza Flor: Eu estava ai.

    João Delfino: Marcou uma época. Muito aguardado nos Carnavais. Época de corso, lança perfume, confete, serpentina, pó (talco), fantasia, orquestra e muita animação. As famílias se sentiam honradas em receber os blocos. Até Dom Palmeira recebia alguns, sempre regado a suco de uva, muita comida, descontração.

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  2. Judite Galdino, idem: Era uma festa familiar, é por isso Dr. Delfino, que eu sempre menciono. Como Esperança era grande, quando a população era inferior aos tempos de hoje, e naquela época tudo era bom, bom de se ver, bom de brincar. Enfim, era um sonho!!! Abs.

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  3. Nilza Flor, idem: Obrigado por ter sido incluída nesse comentário.


    Odaildo Taveira: Que saudade do nosso amigo João Marcolino. Era a alegria do nosso carnaval, não esquecendo o nosso querido Canindé, que era o Urubu esperando a morte do Boi pra fazer sua refeição. Kkkk

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  4. Cida Galdino Galdino, idem: Que saudades... dos carnavais que passaram! Aí era um carnaval! Corsos, blocos, confetes e serpentinas... Paqueras não era problemas kkkkkkkkkkkkkk Orquestras de frevos que abalavam e conjuntos inesquecíveis! Famílias e as mais belas fantasias! Saudades....

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  5. Gutemberg Gonçalves Santos, idem: João ainda desfilava no Bloco "Bom porque pode" de Novo Pereira e Manoel Gonçalo.

    Jean Carlos Ferreira: Ainda tenho lembranças, eu era muito pequeno e tinha muito medo. Q saudades!

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  6. Cléo Meira, sobre: Adorava! Ele vinha engraçadíssimo com esse boi, descendo a Rua do Boi, a minha rua, embriagadíssimo! Era divertidíssimo!

    Sandro Romero, idem: Brinquei muito acompanhado esse Boi de João Marcolino. Era muita diversão pelas ruas de Esperança, abraços aos meus conterrâneos dessa época de ouro.

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  7. Jailson Braga Brandão, idem: Lembro muito!

    Rosimar Gatto: Nada marca mais o Carnaval de Esperança do que o O Boi e o Urubu.

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Nossa história agradece as suas colaborações. Continue participando deste trabalho colaborativo.

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