sábado, 28 de novembro de 2015

Especial | Um passeio pelas praças de Esperança | ADP*

2015.....................................

POR EVALDO BRASIL *Atualizando a postagem “Definindo Praça”, constatamos que Esperança possui poucas Praças, alguns Adros e Pátios, sendo estes, por definição, restritos.

PÁTIOS: por definição, é o espaço assemelhado a uma praça que fica na parte interna de uma propriedade, privada ou pública, cujo acesso é restrito. Assim, as escolas e igrejas costumam ter os seus. Em Esperança se destacam o da Escola Paroquial, antigo Ginásio Diocesano, hoje EMEF Dom Manoel Palmeira. A céu aberto, ele permite aos estudantes o banho de sol no intervalo das aulas. O da escola Olímpia Souto, também é bastante espaçoso. Por incrível que pareça o Ossuário e a Gruta da Igreja Matriz Católica também se enquadraria nessa categoria, mas o da Maternidade se destaca pela salubridade.

ADROS: Tecnicamente, estes espaços diferem das praças por não permitirem circulação de veículos em seu entorno, assim, pequenos espaços, sobras de terreno quando da urbanização se tornam “pracinhas” em senso comum, como a da Beleza (Venâncio Manuel), da Floresta (João Suassuna), da São Francisco (Augusto Donato) e do Posto de Gasolina (Dom Adauto). A Augusto Donato já foi praça até perder um dos lados e perder a identidade por conta da devoção de Nino Pereira, prefeito. E a Dom Adauto foi privatizada por força da gratidão de Luiz Martins, prefeito, a um correligionário.
Hoje também tecnicamente adro, o Calçadão (Joaquim Pereira) também já foi praça quando desligado da antiga prefeitura e possuidor do famoso coreto; a praça da Cultura (Dep. Chico Souto) talvez seja nosso maior adro, ligada que está à escola, às residências e ao CAOBE; o popular “pátio” da Matriz, esse mais que qualquer outro entra na categoria do adro, embora urbanizado há pouco tempo, pois historicamente os adros surgem como espaço aberto na frente das igrejas. Na entrada da cidade temos dois, um modesto e servindo à casa de esquina da antiga Sete de Setembro, quando uma calçada mais larga recebeu bancos e canteiros verdes; e o Complexo “O Ninão”, quando o Campo da Rodoviário recebeu o Ginásio e uma Unidade Básica de Saúde. De quebra, academia popular.  
A Capela da Belo Jardim, erguida onde os circos costumavam levantar suas lonas, também possui seu adro, como outras espalhadas pela cidade e pela Zona Rural.
Mas o caso mais emblemático que temos é a praça Dogival Costa. Antigo pátio do Grupo Irineu Joffily, teve seus muros derrubados pelos acordos entre políticos do município com os do Estado, permitindo a instalação de bancos e canteiros para os moradores do setor e os estudantes se socializarem, homenageando uma ilustre figura nas esferas político-sociais, acabou por não ter sequer uma lei municipal que assegurasse o ato. Enorme, recentemente foi reformado junto à própria escola, de responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação, adro entregue ao município, uma santa é assentada e passa a servir de espaço para devotos. O Adro Dogival Costa é outro espaço de identidade questionável: praça do Irineu no popular, praça Dogival Costa inaugurada por Luiz Martins em ato público póstumo... assim como a praça Augusto Donato, tornada São Francisco por ato de Nino Pereira, ambas, sem lei que as regulamentem.

ALAMEDAS: Antes de definir e citar algumas praças de Esperança, citemos as alamedas. Por incrível que pareça aos visitantes, a cidade Lírio Verde, que já aterrou açudes, barreiros, lagoas, lagos e tanques em nome do progresso, derrubando muitas árvores, ainda possui ruas arborizadas, com pracinhas divisórias da mãe e contramão com suas castanholas e sempre-verdes, como a Alameda Patrícia Bastos, a da Beleza e a da São Sebastião, provavelmente a mais extensa. A Rua do Campo (Praça de Esportes José Ramalho da Costa) perdeu grande castanhola em 2011, mas teima em manter-se alameda.

PRAÇAS: Em uma definição bastante ampla, praça é qualquer espaço público urbano livre (livre) de edificações e que propicie convivência e/ou recreação para seus usuários (repetindo...). Normalmente, a apreensão do sentido de “praça” varia de população para população, de acordo com a cultura de cada lugar. Em geral, este tipo de espaço está associado à ideia de haver prioridade (prioridade) ao pedestre e não acessibilidade de veículos (repetindo...), mas esta não é uma regra. No Brasil, a ideia de praça normalmente está associada à presença de ajardinamento (ajardinamento, no Brasil), sendo espaço conhecido por LARGO, correspondentes à ideia que se tem de praça em países como a Itália, a Espanha e Portugal. Neste sentido, um largo é considerado uma “praça seca”.
A Pracinha do Amor (José Bento da Silva), a da Obra Nova, a do Aconchego (Antonio Nogueira) e a José Pessoa possuem jardinagem, em crise, principalmente estas duas últimas.
A Praça Joaquim Vital, a da Tv. São Vicente e a do Rotary, pura argamassa, pequenos triângulos aproveitados na bifurcação das ruas.
A da Televisão (Antonio Bezerra) se mantém, a do Matuto (Pedro Taveira Filho em reforma muda pra Antonio Anísio da Costa, Gogóia).
A da Capela (Juvenal Soldado) e Sérgio Virgínio, finalmente edificadas e Praça das Umburanas e do Poeta, prometidas.
A Capelinha das Pedras, por sua vez, é um caso a parte, podendo se enquadrar como Mirante e Praça Azul, pela vista da cidade e pelos reservatórios d’água. Pode até, em se querendo, ser Praça-jardim, em se aproveitando trecho para jardinagem. É, naturalmente um adro natural, vez que todo o lajedo lhe serve para tal... é pátio, vez que toda a área é murada.

SAIBA MAIS:
PIAZZA é a palavra italiana para designar uma PRAÇA, um espaço aberto dentro de uma cidade; muitas vezes usado como um mercado, na Itália.
O que poderia ter modernamente acontecido aqui se a Lei Municipal nº 1.256/2008 tivesse vingado e o Calçadão ampliado pela Titi Jesuíno até a Antonio Nicolau, aos poucos criando um shpping a céu aberto.
De acordo com cada sentido que a palavra assume, estes espaços podem ser classificados das seguintes formas:

PRAÇA-JARDIM: Espaços nos quais a contemplação da formação vegetal e a circulação são priorizadas. Menos veículos, mais gente, mais árvores. A pracinha do Amor, também conhecida como Triângulo, é a que temos mais próxima desse conceito, pela jardinagem feita pelos moradores do entorno; por não permitir automóveis em suas estreitas passagens.

PRAÇA SECA: Largos históricos ou espaços que suportam intensa circulação de pedestres. Nosso Calçadão seria o mais próximo que temos desse tipo, além da alameda da Rua do Campo, onde ocorre a nossa feira semanal.

PRAÇA AZUL: Praças nas quais a água possui papel fundamental. Alguns belvederes (italiano) tipo terraço alto; pequeno mirante e ponto elevado, de largo horizonte; miradouro, além de jardins de várzea se encaixam nessa definição. Não temos nada desse tipo, mas temos potencial, sugerido no Plano Diretor, como a Ladeira do Moco, o Alto da Bela Vista, a Serra do Urubu e descida da Usina, como propícios aos mirantes e Araçagi e Tanque do Governo como específicas praças azuis.

PRAÇA AMARELA: Praças em geral. Onde todas as que temos podem ser classificadas, vez que nunca pensadas com as especificidades das anteriores.

Talvez os primeiros espaços urbanos que tenham sido intencionalmente projetados para cumprirem o papel que hoje é dado às praças sejam a ÁGORA, para os gregos, e o FÓRUM, para os romanos. Ambos, no contexto das cidades nas quais se inseriam, possuíam um aspecto simbólico bastante importante na cultura de cada um dos povos: eram a materialização de certa ideia de PÚBLICO. Por aqui, além da frente da igreja, a frente do Ideal Cinema/Cine São Francisco.
A ÁGORA grega era o espaço no qual a limitação da esfera pública urbana estava claramente decidida: aí se praticava a democracia direta, sendo o lugar, por excelência, da discussão e do debate de ideias entre os cidadãos. A ágora normalmente se delimitava por um mercado, uma stoa (corredor coberto) e demais edifícios, sendo que dela era possível ver a acrópole, a morada dos deuses na mitologia grega. Já o FÓRUM romano representava em si mesmo a monumentalidade do Estado, sendo que o indivíduo que por ele passasse estava espacialmente subordinado aos enormes prédios públicos que o configuravam. Diferenciava-se da ágora na medida em que o espaço de discussão não mais era a praça pública, aberta, mas o espaço fechado dos edifícios, nos quais a penetração era mais restrita.
Até meados do século XVIII o projeto de praças estava, normalmente, restrito ao tratamento paisagístico de grandes palácios - nem sempre inseridos no contexto urbano. Os espaços livres existentes nas cidades configuravam-se de forma não ordenada, em geral devido à existência de mercados populares ou às entradas de igrejas e catedrais. As praças que historicamente se formaram nas cidades europeias normalmente estão relacionadas com a configuração natural de um espaço livre a partir dos planos de edifícios que foram sendo construídos ao redor de construções importantes, como igrejas, catedrais e prédios públicos. Há, porém, uma série de exceções notáveis a esta constatação, especialmente durante o período barroco da arte e da urbanística europeia. Um momento de destaque, por exemplo, está relacionado ao período em que o papa Sixto V atuou como prefeito de Roma, no qual houve um especial cuidado com o tratamento dos espaços públicos urbanos.
Durante o século XIX, com o trabalho de determinados profissionais (como Olmsted) e o desenho urbano promovido por urbanistas como Georges-Eugène Haussmann, em Paris, e Cerdá em Barcelona, o desenho específico de praças passa a constituir matéria própria, em paralelo à constituição formal da profissão de arquiteto paisagista (simultaneamente ao trabalho de Olmsted no desenho de sistemas de espaços livres em Boston e Nova Iorque).
No Brasil, o conceito de praça é popularmente associado às ideias de verde e de ajardinamento urbano. Por este motivo, os espaços públicos similares às praças europeias medievais, que normalmente se formaram a partir dos PÁTIOS das igrejas e mercados públicos, são comumente chamados de ADROS ou LARGOS. Também por este motivo, uma série de jardins urbanos que surgem devido ao traçado viário das cidades (como as rotatórias e canteiros centrais de grandes avenidas) acaba recebendo o título legal de praça, ainda que sejam espaços de difícil acesso aos pedestres e efetivamente desqualificados como praças.
A não ser pelas praças em regiões centrais das grandes cidades, a típica praça na cidade brasileira se caracteriza, portanto, por ser bastante ocupada por vegetação e arborização. Quando ela recebe um maior tratamento, ou quando foi resultado de um projeto, ela também costuma possuir equipamentos recreativos e contemplativos (como playgrounds, recantos para estar, equipamentos para ginástica e cooper, bancos e mesas, etc.

FONTE: https://pt.wikipedia.org, acessado em 28 de novembro de 2015, às 1h40.

Especial | A Ponte do Banabuyê 1 | AM

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SD Espaço para encontro familiar, como a de seu Chico Dentista. 
FONTE: Cida Galdino, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD Penúltimo registro da ponte, quando se via a presença do circo... 
FONTE: Esperança de Ouro. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD E um "zoom", mostrando a ponte ficando banguela
FONTE: Perfil no Facebook. TRATO: Evaldo Brasil. 
Anos 2000............................ 
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SD Último registro da antiga urbanização em torno do Açude Banabuyê. Uma das placas da inauguração ainda podia ser vista na Gestão João Delfino (2005-2008), no sentido Bairro-Centro. 
ACERVO: Jailson Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD E aqui em aproximação, no contraste com o asfalto moderno que chega, testemunhando a queda do antigo. 
FONTE: Cida Galdino, EPBTM, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
2012......................................
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FEV12 Á direita ficava a grade de proteção, onde o meio fio foi substituto dela. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
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FEV12 Aqui permanece o teto da ponte. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD Montagem reunindo materiais diversos para se ter uma melhor ideia do espaço. 
FONTES: Cida Galdino e Jailson Andrade

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Arquitetura | Casa de Seu Valdemar | CFBV*

ATUALIZAÇÃO 2021

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SD *Casa sede da Fazenda Bela Vista, que pertencera a família de Silvino Olavo, especialmente, quando o cunhado, Valdemar Cavalcanti, o acolheu na velhice. 
ACERVO: Jailson Andrade. TRATO: Evaldo Brasil.
1986.........................................
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SD Quando a casa já não pertencia a Valdemar Cavalcanti e os meeiros, de posse da terra, lutavam pra permanecer após a venda da Bela Vista. 
ACERVO: Evaldo Brasil. TRATO: Evaldo Brasil.
Anos 90...................................
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SD Já servindo aos posseiros, após aquisição pelo Governo do Estado e repasse dos lotes. 
ACERVO: Idem. TRATO: Idem.
2016.........................................
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04NOV Agora servindo aos religiosos católicos da comunidade Obra Nova. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2017.........................................
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13DEZ E no ângulo da primeira foto, como típico do "progresso" perdendo a árvore que lhe oxigenava os ares. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2021.........................................
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28JAN Aspecto atual, sem as árvores que já lhe protegera do calor no passado.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Arquitetura | Bar de Duda etc. | AM*

SD
SD O antigo ponto de encontro de lideranças políticas e a Panificadora Central. ACERVO: Cida Galdino. TRATO: Evaldo Brasil.
2012
FEV12 Substituído por um prédio novo, rapidinho fora de moda. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2016
14MAI16 Substituindo a moda pela contabilidade. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Vídeo | Intolerância Religiosa | JFZ*

2015........................................

22NOV Em tempos de intolerância, nada melhor que refletir sobre o tema, pelo confrade *José Francisco Zeca.
IMAGENS&TRATO: Evaldo Brasil.

sábado, 21 de novembro de 2015

Logradouros | Esquinas Rotárias | RCI*

2012........................................
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FEV12 Nesta esquina, as bases da sede própria do Rotary Club de Esperança, no Bairro Nova Esperança. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
2015........................................
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06DEZ RCE, em obras, com calçadas, energia e uma mão de cal, embelezando a esquina da Rua Santos Dumont. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2012........................................
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FEV12 RCE, em obras, na outra esquina, a expectativa do *Rotary Club Intational em Esperança. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
2015........................................
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24NOV RCE, em obras, com calçadas e uma mão de cal, embelezando a esquina da Rua Severino A. Nascimento. 
FONTE: Leni Peixoto, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil 


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Arquitetura | Cidade Banabuyê | RCBF*

2012.........................................
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FEV12 *Rádio Cidade AM e Ban FM na esquina das ruas da Maternidade (Mons. Palmeira) e da Sanbra (Sebastião Araújo), numa das edificações arquitetonicamente mais ousadas de sua época. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Arquitetura | Esquina do Prédio Novo | ADPM*

2012
FEV12 *Esquina das ruas Antonio Dias do Nascimento com a Pedro Mendes de Andrade, antes da edificação. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2015
06DEZ15 Quase pronta, a edificação tem uma esquina peculiar. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Especial | Tanque de Meia-pataca | RHME*

2015
23SET15 Tanque de pedra e barro em Meia-pataca, esperando as chuvas. FOTO: Emerson Santos. FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil.


sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Arquitetura | Esquina Sertão Grande | SLMR*

ATUALIZAÇÃO 2021

 1976........................................
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07SET A esquina da Rua do Sertão (Solon de Lucena) com a Rua Grande (Manoel Rodrigues), capturada no registro do desfile cívico.
FOTO: Joacil Braga Brandão. TRATO: Evaldo Brasil.
2012.........................................
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MAR12 Esquina das ruas *Solon de Lucena e Manoel Rodrigues, a do Sertão e a Grande, respectivamente... 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil
2018.........................................
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DEZ18 ... E o novo recorte, em panorâmica, seis anos depois. 
FONTE: Idem. TRATO: Idem.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Especial | Tanque de Malhada | RHME*

2015
31AGO15 Tanque de Pedra em Malhada da Serra, a Coopagne cuidando dos *recursos hídricos no município de Esperança. FONTE: Projeto Rio Mamanguape. TRATO: Evaldo Brasil.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Presenças 08/11/15 | SEEE | Esperança/PB

Novembro de 2015

Arquitetura | Cemitério Público | CNSC*

2010........................................
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31OUT O Cemitério se prepara para o Dia de Finados. 
ACERVO: Jean Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
2012........................................
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FEV12 *Cemitério Nossa Senhora do Carmo: Em seu interior, um importante sítio arquitetônico. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 


sábado, 7 de novembro de 2015

Arquitetura | Esquina Joaquim Pereira | JRFP*

2012
FEV12 Edifício Joaquim Pereira, em obras, na esquina das ruas do Campo (*José Ramalho da Costa) e Floriano Peixoto. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
FEV12 A obra, sob distorção, quando capturada na versão Lite do GSV. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2016
08MAI16 A obra finalizada, ganha vida e cores, contrastando com o azul do céu e o verde da árvore. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.


quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Educação | Escola de Timbaúba | EMEF

2015
03NOV15 EMEF Antonio Coelho de Carvalho, da Comunidade de Timbaúba. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2016
08JUN16 Já em cores renovadas: Cinza, verde e branco. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.


terça-feira, 3 de novembro de 2015

Arquitetura | UPA | ESP*

2015.........................................
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02JUL Unidade de Pronto Atendimento: Serviço público em obras. 
FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil. 
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12AGO Unidade de Pronto Atendimento: Vista do alto. 
FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil. 
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28OUT UPA rebocada. 
FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil. 
*Espaço de saúde pública.

Especial | Lagoa de Pedra | GIF

2015
Em três momentos diferentes, as variações do mesmo tema: Tanque e Inselberg de Lagoa de Pedra. FOTOS: Jean Charles e Emerson Santos. Animação através do www.picasion.com

Vídeo | Dobrado 220 | FLMO*

SD........................................... SD Durante apresentação da antiga *Filarmônica 1º de Dezembro, atualmente "Luiz Martins d...