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segunda-feira, 5 de março de 2018

Registro | Águas de Fevereiro | PJPC*

2018

FEV18 Aspecto da Praça Joaquim Pereira, Calçadão, em reforma e Adro da Matriz-Correios, sob as chuvas de fevereiro. Um dos primeiros registros das chuvas de 2018.
IMAGENS: Onio Lyra, perfil no Facebook. TRATO: e-Brasil Reggaval.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Especial | Adro STR - Pousada | MSAC*

Anos 70....................................
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SD Uma *mobilização social para erguer o STR, um ação coletiva em prol do sodalício.
ACERVO: Rau Ferreira. TRATO: Evaldo Brasil.
1972........................................
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SD No recorte do registro das Bodas Sacerdotais de Prata (25 Anos) do então Padre Palmeira, o então Sindicato dos Trabalhadores Rurais/STR de Esperança/PB.
ACERVO: Marcelino Araújo. TRATO: Evaldo Brasil.
2014.........................................
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02OUT14 A vista durante as obras da polêmica praça da matriz.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2015.........................................
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13OUT Muito tempo depois a estrutura permanece, enquanto o adro a sua frente muda...
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
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30OUT ...E redefine suas funções: Feira Agroecológica.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

SAIBA MAIS EM: http://revivendoesperancapb.blogspot.com.br/2016/01/o-sindicato-dos-trabalhadores-rurais-de.html
e https://historiaesperancense.blogspot.com/2018/08/sindicato-rural-de-esperanca.html


sábado, 28 de novembro de 2015

Especial | Um passeio pelas praças de Esperança | ADP*

2015.....................................

POR EVALDO BRASIL *Atualizando a postagem “Definindo Praça”, constatamos que Esperança possui poucas Praças, alguns Adros e Pátios, sendo estes, por definição, restritos.

PÁTIOS: por definição, é o espaço assemelhado a uma praça que fica na parte interna de uma propriedade, privada ou pública, cujo acesso é restrito. Assim, as escolas e igrejas costumam ter os seus. Em Esperança se destacam o da Escola Paroquial, antigo Ginásio Diocesano, hoje EMEF Dom Manoel Palmeira. A céu aberto, ele permite aos estudantes o banho de sol no intervalo das aulas. O da escola Olímpia Souto, também é bastante espaçoso. Por incrível que pareça o Ossuário e a Gruta da Igreja Matriz Católica também se enquadraria nessa categoria, mas o da Maternidade se destaca pela salubridade.

ADROS: Tecnicamente, estes espaços diferem das praças por não permitirem circulação de veículos em seu entorno, assim, pequenos espaços, sobras de terreno quando da urbanização se tornam “pracinhas” em senso comum, como a da Beleza (Venâncio Manuel), da Floresta (João Suassuna), da São Francisco (Augusto Donato) e do Posto de Gasolina (Dom Adauto). A Augusto Donato já foi praça até perder um dos lados e perder a identidade por conta da devoção de Nino Pereira, prefeito. E a Dom Adauto foi privatizada por força da gratidão de Luiz Martins, prefeito, a um correligionário.
Hoje também tecnicamente adro, o Calçadão (Joaquim Pereira) também já foi praça quando desligado da antiga prefeitura e possuidor do famoso coreto; a praça da Cultura (Dep. Chico Souto) talvez seja nosso maior adro, ligada que está à escola, às residências e ao CAOBE; o popular “pátio” da Matriz, esse mais que qualquer outro entra na categoria do adro, embora urbanizado há pouco tempo, pois historicamente os adros surgem como espaço aberto na frente das igrejas. Na entrada da cidade temos dois, um modesto e servindo à casa de esquina da antiga Sete de Setembro, quando uma calçada mais larga recebeu bancos e canteiros verdes; e o Complexo “O Ninão”, quando o Campo da Rodoviário recebeu o Ginásio e uma Unidade Básica de Saúde. De quebra, academia popular.  
A Capela da Belo Jardim, erguida onde os circos costumavam levantar suas lonas, também possui seu adro, como outras espalhadas pela cidade e pela Zona Rural.
Mas o caso mais emblemático que temos é a praça Dogival Costa. Antigo pátio do Grupo Irineu Joffily, teve seus muros derrubados pelos acordos entre políticos do município com os do Estado, permitindo a instalação de bancos e canteiros para os moradores do setor e os estudantes se socializarem, homenageando uma ilustre figura nas esferas político-sociais, acabou por não ter sequer uma lei municipal que assegurasse o ato. Enorme, recentemente foi reformado junto à própria escola, de responsabilidade da Secretaria Estadual de Educação, adro entregue ao município, uma santa é assentada e passa a servir de espaço para devotos. O Adro Dogival Costa é outro espaço de identidade questionável: praça do Irineu no popular, praça Dogival Costa inaugurada por Luiz Martins em ato público póstumo... assim como a praça Augusto Donato, tornada São Francisco por ato de Nino Pereira, ambas, sem lei que as regulamentem.

ALAMEDAS: Antes de definir e citar algumas praças de Esperança, citemos as alamedas. Por incrível que pareça aos visitantes, a cidade Lírio Verde, que já aterrou açudes, barreiros, lagoas, lagos e tanques em nome do progresso, derrubando muitas árvores, ainda possui ruas arborizadas, com pracinhas divisórias da mãe e contramão com suas castanholas e sempre-verdes, como a Alameda Patrícia Bastos, a da Beleza e a da São Sebastião, provavelmente a mais extensa. A Rua do Campo (Praça de Esportes José Ramalho da Costa) perdeu grande castanhola em 2011, mas teima em manter-se alameda.

PRAÇAS: Em uma definição bastante ampla, praça é qualquer espaço público urbano livre (livre) de edificações e que propicie convivência e/ou recreação para seus usuários (repetindo...). Normalmente, a apreensão do sentido de “praça” varia de população para população, de acordo com a cultura de cada lugar. Em geral, este tipo de espaço está associado à ideia de haver prioridade (prioridade) ao pedestre e não acessibilidade de veículos (repetindo...), mas esta não é uma regra. No Brasil, a ideia de praça normalmente está associada à presença de ajardinamento (ajardinamento, no Brasil), sendo espaço conhecido por LARGO, correspondentes à ideia que se tem de praça em países como a Itália, a Espanha e Portugal. Neste sentido, um largo é considerado uma “praça seca”.
A Pracinha do Amor (José Bento da Silva), a da Obra Nova, a do Aconchego (Antonio Nogueira) e a José Pessoa possuem jardinagem, em crise, principalmente estas duas últimas.
A Praça Joaquim Vital, a da Tv. São Vicente e a do Rotary, pura argamassa, pequenos triângulos aproveitados na bifurcação das ruas.
A da Televisão (Antonio Bezerra) se mantém, a do Matuto (Pedro Taveira Filho em reforma muda pra Antonio Anísio da Costa, Gogóia).
A da Capela (Juvenal Soldado) e Sérgio Virgínio, finalmente edificadas e Praça das Umburanas e do Poeta, prometidas.
A Capelinha das Pedras, por sua vez, é um caso a parte, podendo se enquadrar como Mirante e Praça Azul, pela vista da cidade e pelos reservatórios d’água. Pode até, em se querendo, ser Praça-jardim, em se aproveitando trecho para jardinagem. É, naturalmente um adro natural, vez que todo o lajedo lhe serve para tal... é pátio, vez que toda a área é murada.

SAIBA MAIS:
PIAZZA é a palavra italiana para designar uma PRAÇA, um espaço aberto dentro de uma cidade; muitas vezes usado como um mercado, na Itália.
O que poderia ter modernamente acontecido aqui se a Lei Municipal nº 1.256/2008 tivesse vingado e o Calçadão ampliado pela Titi Jesuíno até a Antonio Nicolau, aos poucos criando um shpping a céu aberto.
De acordo com cada sentido que a palavra assume, estes espaços podem ser classificados das seguintes formas:

PRAÇA-JARDIM: Espaços nos quais a contemplação da formação vegetal e a circulação são priorizadas. Menos veículos, mais gente, mais árvores. A pracinha do Amor, também conhecida como Triângulo, é a que temos mais próxima desse conceito, pela jardinagem feita pelos moradores do entorno; por não permitir automóveis em suas estreitas passagens.

PRAÇA SECA: Largos históricos ou espaços que suportam intensa circulação de pedestres. Nosso Calçadão seria o mais próximo que temos desse tipo, além da alameda da Rua do Campo, onde ocorre a nossa feira semanal.

PRAÇA AZUL: Praças nas quais a água possui papel fundamental. Alguns belvederes (italiano) tipo terraço alto; pequeno mirante e ponto elevado, de largo horizonte; miradouro, além de jardins de várzea se encaixam nessa definição. Não temos nada desse tipo, mas temos potencial, sugerido no Plano Diretor, como a Ladeira do Moco, o Alto da Bela Vista, a Serra do Urubu e descida da Usina, como propícios aos mirantes e Araçagi e Tanque do Governo como específicas praças azuis.

PRAÇA AMARELA: Praças em geral. Onde todas as que temos podem ser classificadas, vez que nunca pensadas com as especificidades das anteriores.

Talvez os primeiros espaços urbanos que tenham sido intencionalmente projetados para cumprirem o papel que hoje é dado às praças sejam a ÁGORA, para os gregos, e o FÓRUM, para os romanos. Ambos, no contexto das cidades nas quais se inseriam, possuíam um aspecto simbólico bastante importante na cultura de cada um dos povos: eram a materialização de certa ideia de PÚBLICO. Por aqui, além da frente da igreja, a frente do Ideal Cinema/Cine São Francisco.
A ÁGORA grega era o espaço no qual a limitação da esfera pública urbana estava claramente decidida: aí se praticava a democracia direta, sendo o lugar, por excelência, da discussão e do debate de ideias entre os cidadãos. A ágora normalmente se delimitava por um mercado, uma stoa (corredor coberto) e demais edifícios, sendo que dela era possível ver a acrópole, a morada dos deuses na mitologia grega. Já o FÓRUM romano representava em si mesmo a monumentalidade do Estado, sendo que o indivíduo que por ele passasse estava espacialmente subordinado aos enormes prédios públicos que o configuravam. Diferenciava-se da ágora na medida em que o espaço de discussão não mais era a praça pública, aberta, mas o espaço fechado dos edifícios, nos quais a penetração era mais restrita.
Até meados do século XVIII o projeto de praças estava, normalmente, restrito ao tratamento paisagístico de grandes palácios - nem sempre inseridos no contexto urbano. Os espaços livres existentes nas cidades configuravam-se de forma não ordenada, em geral devido à existência de mercados populares ou às entradas de igrejas e catedrais. As praças que historicamente se formaram nas cidades europeias normalmente estão relacionadas com a configuração natural de um espaço livre a partir dos planos de edifícios que foram sendo construídos ao redor de construções importantes, como igrejas, catedrais e prédios públicos. Há, porém, uma série de exceções notáveis a esta constatação, especialmente durante o período barroco da arte e da urbanística europeia. Um momento de destaque, por exemplo, está relacionado ao período em que o papa Sixto V atuou como prefeito de Roma, no qual houve um especial cuidado com o tratamento dos espaços públicos urbanos.
Durante o século XIX, com o trabalho de determinados profissionais (como Olmsted) e o desenho urbano promovido por urbanistas como Georges-Eugène Haussmann, em Paris, e Cerdá em Barcelona, o desenho específico de praças passa a constituir matéria própria, em paralelo à constituição formal da profissão de arquiteto paisagista (simultaneamente ao trabalho de Olmsted no desenho de sistemas de espaços livres em Boston e Nova Iorque).
No Brasil, o conceito de praça é popularmente associado às ideias de verde e de ajardinamento urbano. Por este motivo, os espaços públicos similares às praças europeias medievais, que normalmente se formaram a partir dos PÁTIOS das igrejas e mercados públicos, são comumente chamados de ADROS ou LARGOS. Também por este motivo, uma série de jardins urbanos que surgem devido ao traçado viário das cidades (como as rotatórias e canteiros centrais de grandes avenidas) acaba recebendo o título legal de praça, ainda que sejam espaços de difícil acesso aos pedestres e efetivamente desqualificados como praças.
A não ser pelas praças em regiões centrais das grandes cidades, a típica praça na cidade brasileira se caracteriza, portanto, por ser bastante ocupada por vegetação e arborização. Quando ela recebe um maior tratamento, ou quando foi resultado de um projeto, ela também costuma possuir equipamentos recreativos e contemplativos (como playgrounds, recantos para estar, equipamentos para ginástica e cooper, bancos e mesas, etc.

FONTE: https://pt.wikipedia.org, acessado em 28 de novembro de 2015, às 1h40.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Logradouros | Calçadão | PVAM*

ATUALIZAÇÕES 2020

1981......................................
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19JUL A Praça Joaquim Pereira, reinaugurando com novo nome a antiga Getúlio Vargas, após reforma... 
FONTE: Cida Galdino, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
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19JUL ... Colorida automaticamente no MyHeritage, site especializado em árvore genealógica.
FONTE: Cida Galdino, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
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19JUL Outro orador faz uso da palavra durante a inauguração do Calçadão...
ACERVO: Nino Pereira. TRATO: Evaldo Brasil.
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19JUL ... Colorida automaticamente no MyHeritage, site especializado em árvore genealógica.
ACERVO: Nino Pereira. TRATO: Evaldo Brasil.
1995..........................................
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NOV95 Registro do espaço, quando Esperança comemorava seus 70 anos... 
ACERVO: JENT. TRATO: Evaldo Brasil.
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NOV95 ...Colorizada no MyHeritage. 
ACERVO: JENT. TRATO: Evaldo Brasil.
2009......................................
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09MAI Visto da Matriz, ocupa a terça parte da imagem, concorrendo com o azul céu e o cinza asfalto, que seria substituído pelo adro.
FOTO: Paulo César. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD Visto da padaria, destacando a permanência da placa inaugural do azul e branco do INSS amarrado ao adro.
FONTE: Cida Galdino, via EPBTM. TRATO: Evaldo Brasil.
2012......................................
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FEV12 A Praça Joaquim Pereira, antiga Getúlio Vargas, aguardando reforma.
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2015......................................
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03FEV Praça Joaquim Pereira, ensaiando a reforma que completará o espaço integral do Adro da Matriz.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2017......................................
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05JUL Os tapumes voltam para a completar a obra que muda a paisagem, mais uma vez, do sítio arquitetônico central da cidade.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2019......................................
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17NOV Registro noturno da praça, depois de reformada, *vista do Adro da Matriz.
FONTE: Edmilson Lopes Morais, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Logradouros | Adro da Matriz - Correios | SAC*

ATUALIZAÇÃO 2021

SD...........................................
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SD Quando o “adro” da Matriz, no sítio arquitetônico central, era palco dos desfiles cívicos.
ACERVO: Luiz Martins de Oliveira. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD Visto provavelmente do alto do Coreto “Pavilhão 10 de Novembro”, o adro da matriz em pintura de Zé Costa em barraca.
ACERVO: Jailson Andrade. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD Visto a partir do Calçadão que sucedera o Pavilhão Correto.
FONTE: Cida Galdino, via Grupo Esperança-PB Terra Mãe no Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD Vista dos Correios, ladeado pelas pousadas e a Matriz.
FONTE: Secom/PME, Site Oficial TRATO: Evaldo Brasil.
2012..........................................
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SD Recorte da projeção do adro conforme circulou nas redes sociais.
FONTE: Secom/PME. TRATO: Evaldo Brasil.
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FEV12 Recorte do ambiente na passagem do Google pela cidade.
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2014..........................................
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04NOV Registro do início das obras no *sítio arquitetônico central. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
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22DEZ A rua em frente à Igreja Matriz deixando de existir para dar lugar ao adro. 
FOTO&TRATO: Idem.
2015..........................................
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22MAR Uma nova paisagem se desenha gradativamente.
FOTO&TRATO: Idem.
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29MAR O espaço ficou pequeno no Domingo de Ramos.
ACERVO: João de Patrício. TRATO: Evaldo Brasil.
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15ABR E novos usos resgatam velhas opções de renda.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
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07SET Registro na manhã do feriado da independência.
FOTO&TRATO: Idem.
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30OUT Gradeado, o adro já serve para a feira de produtos orgânicos. 
FOTO&TRATO: Idem.
2016..........................................
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04ABR Na iminência da quermesse da Padroeira, as tendas alteram a paisagem.
FOTO&TRATO: Idem. 
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SD Recorte de imagem de sobrevoo.
FONTE: Secom/PME, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.

domingo, 5 de julho de 2015

Especial | Pousada - Matriz | ADRO

2012........................................
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FEV12 Na passagem do carrinho do Google, o registro do trânsito paralelo à frente da Matriz. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
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06ABR12 Da pousada até a Matriz de Nossa Senhora do Bom Conselho, o adro. 
ACERVO: IHGE. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2015........................................
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15ABR15 Matriz vestida de azul, enquanto o adro aguarda acabamento. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD A paisagem como cenário para divulgação de evento. 
FONTE: Site da Diocese de Campina Grande. TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD Registrada no olhar de Rodolpho Raphael. 
FOTO: Rodolpho Raphael, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil. 
2016........................................
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23JUN16 Sob os céus secos de um junho sem chuvas, a Matriz e seu adro quase pronto. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2018........................................
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DEZ18 Em mais uma passagem da Google por aqui, o flagrante da pintura e da reforma. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 

Arquitetura | Quatro Pisos | DPC*

2021........................................ ... 26JAN Registro na contraluz de fim de tarde, vista do lajeiro da Capelinha, com quem compet...