segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Educação | Cemol | EPME*

2012
FEV12 O Centro Educacional Monteiro Lobato, ângulo 1, com suas árvores distorcidas pelo Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
FEV2012 O Centro Educacional Monteiro Lobato, ângulo 2, com suas árvores distorcidas pelo Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
*Da série Escolas Particulares no Município de Esperança.


Logradouros | Nova Esperança | VSLP*

SD
SD A cidade a partir da Belo Jardim, durante evangelização. ACERVO: Eduardo Jorge Dias Florentino. TRATO: Evaldo Brasil.
2009
JAN09 Aspecto da cidade *vista da saída para Lagoa de Pedra, a extrema do Nova Esperança vista do Belo Jardim. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2012
FEV12 Três anos depois, sem cercas nem agricultura, preparando-se para habitações. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2015
25JUL15 Três anos depois, a natureza se renova. Destaque-se a Matriz em azul à esquerda. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

Arquitetura | Casario da Rua do Sertão | UEE

2012......................................
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FEV12 *Um encontro de estilos, cores e tamanhos, onde uma reforma manteve a fachada neoclássica, em respeito à memória do patriarca Joaquim Meira. 
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2016......................................
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03MAR O casario hoje, continua se erguendo, mudando de cor e redefinindo funções. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2020......................................
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19JUL E a paisagem segue mudando. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

Arquitetura | Casario da General | RGO*

2010.........................................
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23DEZ Casario da *General Osório e suas árvores. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2012.........................................
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FEV12 O casario tinha casas recuadas e calçada larga, como se pode ver, até meados daquele ano, quando os moradores teriam sido autorizados a avançar suas frentes.
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
2016.........................................
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06MAR Como se vê no registro de 2016, além do avanço para frente, avanço para o alto. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Logradouros | Praça da Cultura | OP*

2012
FEV12 A Praça Deputado Francisco Souto Neto, "da Cultura" no encontro das ruas Manoel Rodrigues com a Napoleão Laureano, em bela distorção *olho de peixe. FONTE: Google Street View Lite. TRATO: Evaldo Brasil.
2016
02MAI16 A praça e seu entorno durante etapa da reforma, em pleno horário de liberação dos alunos da Escola Paroquial. FOTOS&MONTAGEM: Evaldo Brasil.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Logradouros | Manoel Rodrigues - Igrejinha | VRSPI*

Anos 30................................ 
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SD Registro de procissão na então Epitácio Pessoa, antigo nome da Chã da Bala. 
FONTE: JanilsonElaine, via Facebook.TRATO: Evaldo Brasil. 
1951...................................... 
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31MAI Manoel Palmeira desfila em homenagem à Padroeira. 
ACERVO: Antonio Ailson Ramalho da Costa. TRATO: Evaldo Brasil. 
Anos 70................................ 
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SD Palco para os desfiles de Casamento Matuto. 
ACERVO: Jailson Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
2011...................................... 
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21JUN Preparando-se pro "São João de Todos". 
ACERVO: Jean Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
2012...................................... 
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SD Servindo de passarela na inauguração de comitê eleitoral. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
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09OUT Corredor de folia, de tempos em tempos se faz palco de protestos, como neste, quando parte do eleitorado não aceitou o resultado das eleições para prefeito. 
ACERVO: Jean Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
2013...................................... 
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01NOV Praça renovada e asfalto nos levando até a Matriz. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2014...................................... 
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01MAR Cenário onde começam e terminam os arrastões do Carnaval. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
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03MAR Na segunda de Carnaval, as ala-ursas ocupam o corredor da folia, dirigindo-se ao "ala-ursódromo". 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
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19MAI Mobilização da iniciativa Selo Unicef 2013-2016 Município Aprovado. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
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26JUN Palco para atração nacional no São João 2014 de Esperança. 
FONTE: CamargoLuciano, via Instagram. TRATO: Evaldo Brasil. 
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01DEZ No primeiro dia do Esperança e fé 2014. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
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DEZ14 Servindo de ambiente para o 1º Esperança e fé. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
2015...................................... 
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FEV15 Lotando de foliões durante o Carnaval 2014. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
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29JUN Servindo de camarote no Arraial da Esperança. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
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30NOV Servindo de Camarote no 3º Esperança e fé. 
FOTO: Emerson Santos. TRATO: Evaldo Brasil. 
2018...................................... 
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11FEV Após o Arrastão das Lias, Rau Galdino, representando o Samba Hits, recebe troféu pelos 40 anos do seu coletivo carnavalesco, tendo a Matriz, à distância, como testemunha inquestionável. 
FONTE: PME, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil. 

Logradouros | Esquina Inacabada | FPAR*

2012
FEV12 Um dos encontros das ruas *Floriano Peixoto e Alfredo Régis, nas imediações da Praça do Matuto. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.


Arquitetura | Casario em Esquadro | MPLV*

2012
FEV12 No início da *Rua Monsenhor Palmeira, divisa do Centro com Lírio Verde, o casario em degraus e jardins murados. FONTE. Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2015
13NOV15 O casario se ajustando a era da cerâmica. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.


Logradouros | Esquina do CRAS | PZFP*

2012
FEV12 Na esquina da *Padre Zé com a Floriano Peixoto, o casarão espera oportunidade de desempenhar uma função social. FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2015
28DEZ15 Esquina da Floriano Peixoto com a Padre Zé numa tarde nublada. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2016
27ABR16 Na esquina, a exemplo do Centro de Referência em Assistência Social/CRAS, serviços da Assistência Social. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Concurso da São Sebastião reúne ala-ursas de quatro agremiações | Esperança/PB

O Concurso de Ala Ursa da Rua São Sebastião, da Comunidade São Francisco, organizado por Fernando e Nana, reuniu ala-ursas das quatro agremiações de Esperança, Procurando aprimorar o evento, a coordenação inovou este ano com a criação da categoria Máscara, premiando 1º e 2º colocados entre Mirim e Principal, distribuindo oito “troféus”* e premiação em dinheiro.

Fernando Olímpio e Joelmir Ribeiro (vereador-radialista-locutor), estiveram na coordenação deste ano, que contou com brincantes das Ala-ursas Crianças de Esperança, Morro do Piolho, Beco do Morro e Catolé de São Francisco, organizadas, respectivamente por Marcelo Marré de Lima, Marcone, Davi e Marquinho Pintor.A Comissão Julgadora foi composta por Adílio Maia (vereador), Raquel Núbia (CSU), Vanderlan da GVA, Cilene do BB e o DJ Jeferson.

As ala-ursas vencedoras, conforme registra Joelmir Ribeiro em seu blog (vereadorjoelmirribeiro.blogspot.com.br) foram as seguintes:

Na categoria Urso Original:
Crianças de Esperança (1º lugar) e 
Morro do Piolho (2º lugar) na Principal;

Catolé de São Francisco (1º lugar) e 
Crianças de Esperança (2º lugar) na Mirim.

E na categoria Máscara:
Beco do Morro (1º lugar) e 
Morro do Piolho (2º lugar) na Principal;

Crianças de Esperança (1º lugar) e 
Beco do Morro (2º lugar) na Mirim.

*Como se pode ver na ilustração, o troféu deste ano é uma bela moldura alusiva ao evento com o devido registro.


FONTE: http://vereadorjoelmirribeiro.blogspot.com.br/terça-feira, 2 de fevereiro de 2016, acessado em 15/02/16.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Registro | Pós Vendo Carnaval | 2016

2016........................................
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Minha história do Carnaval

De longe se ouvia a batida ritmada. Será U-Pereira? Mas já é quarta-feira de Cinzas! O ritmo foi ficando mais forte e nada o quebrava. Sem alteração de tempo, compasso, altura... parecia um mantra. Destacavam-se ritmistas, Bin Laden, Michael Jackson e uma Girafa circulando por Esperança, na esperança de um Carnaval 2017 maior e melhor.

Antes, gritos, risos e garrafas se quebrando em choque com o asfalto caracterizavam a algazarra típica da volta pra casa depois da festa no corredor da folia, depois do arrasto do bloco da saudade, precedido das concentrações em casa, sedes e nas casas de políticos.

A passagem do bloco foi tranquila, o asfalto não rachou embora o piso de madeira do meu castelinho tenha tremido, como sempre, desde o advento da baianização do nosso Carnaval. A 5ª Onda havia me tirado do foco, estava renovado. Campina Grande me recebeu com um pouco de chuva, depois de ter ficado por dez, quinze minutos esperando o arrasto das crianças na manhã da terça, já era tarde para o ônibus sair.

A manhã foi de ala-ursas pelas ruas do Catolé de São Francisco, prestigiando seus moradores, subindo e descendo por suas ruas e ruelas estreitas e onduladas. Os moradores corriam, os cães pareciam entrar no ritmo. Depois centro, com bela demonstração de interação na praça da cultura, principalmente com as crianças que exercitavam o desassombro.

Nas quebradas do trio, o atraso imprevisto que não incomodou quem massa de dentro e ajudou a quem público refletir e fazer escolha, ainda dá pra esperar ou vou pra casa? Era segunda, quando o meu Carnaval acaba. O concurso de Ala-ursa não se aperfeiçoou como desejava: dificuldade de diálogo, indefinição de papéis... como se as coisas acontecessem por osmose. 58 brincantes vestidos para a festa, sendo 42 a caráter, 15 diversificados e um hors concours foram as estrelas que brilharam à tarde, enquanto centenas compunham as batucas da Ala-ursa do Beco, do Morro do Piolho e do Catolé de São Francisco. Correu a boca miúda que um Mestre Brincante teria lacrado a sede e impedido das suas ala-ursas participarem. Certo é que houve quem preferisse não comparecer, escolha a ser respeitada. Um novo mestre brincante começou a se destacar, identificado pelo apelido da avó dona Malala.

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Na manhã daquele dia Mulher Macho circulou de arrasto, como nessa prática, aumentando as vendas de protetor solar. Mas a alegria etilizada ou não era maior que o incômodo da exposição ao deus sol. Rei Momo não se rende a ele, apesar do granizo que relembrou 74 ou 73. Mas teve Escola de Samba Quero Mais, abrindo alas por onde passava, fazendo o corredor da folia em sentido inverso, pela João Mendes e Manoel Rodrigues, quando meninas em sua maioria brincavam sob os olhares de mães e irmãs mais velhas, principalmente. No desfile, estandarte com a campanha Por uma Infância sem Racismo, do Unicef, parceria local entre a Prefeitura Municipal e a Associação Afro-cultural Quero Mais/AAQM.

O arrastão do domingo me tirou do descanso. A tarde me foi pesada. Depois de muito tempo sem beber, havia tomado três bavarias lata verde e muito sol, acabei ficando em casa quando por aqui passava no bloco das Lias. O Super Saiajeans não aguentou a batalha. Na praça e no trajeto, até a bateria arriar fiz em torno de 200 fotografias entre 3x4 e 10x15 das brincantes. Os índios haviam invadido as ruas. Nem pude cumprir compromisso de última hora.

O arrastão de abertura me impediu de ver ouvir os Pereiras. Se passaram por aqui não sei. Só podemos dormir bem depois da passagem do trio e nem ouvi os de volta pra casa. O sono era também de cansaço depois de três dias trabalhando na oficina do Mestre Brincante Marquinho Pintor. Os últimos detalhes do bloco dos Bonecos são dados quando seus tripas vestem pernas, entram no tronco. Ajusta aqui, amarra ali e eis que chega o carro de som para conduzi-los até a praça da cultura.

Mas quem disse que U-Pereira abre o Carnaval de Esperança está equivocado, senão atrasado uma década, pelo menos. Vi e registrei nos últimos anos, não uma, mas várias vezes as Ala-ursas durante todo o janeiro e até brinquei com o Mata-o-Velho nos sábados anteriores. Nove edições do concurso de Ala-ursas desde a dupla Marquinho & Mariete até a oficialização, pelo menos dois por Mariete & Fernando, o de Fernando este ano e as notas do concurso no Portal e nas escolas, contabilizo pelo menos 15 edições. É ou não é a Ala-ursa nosso maior símbolo e quem, de fato, abre o período? Que faça a festa à revelia do Rei Momo ou com seu aval.

Registro | Pré Vendo Carnaval | 2016

2016........................................

Ata do Sarau 2016.1 – PreVendo Carnaval 

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Os que ficaram até o final 1 
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Os que ficaram até o final 2 

Ata do Sarau do Fórum Independente de Cultura-FIC, Edição 2016.1, em 30 de janeiro de 2016, denominado “Pre-Vendo Carnaval”, na Câmara Municipal de Esperança. Após a última das assinaturas dos presentes, lavraremos esse registro. (Ass). 

A abertura se deu por Evaldo Brasil, que fez a apresentação do FIC com um retrospecto das atividades deste Fórum, há quase dois anos desenvolvendo atividades culturais em Esperança; informando que já estamos cadastrados como Ponto de Cultura em www.culturaviva.gov.br, ao lado do Grupo Teatro Jesus de Nazaré-GTJN, que faz a “Paixão de Cristo”, dentre outras montagens, apontando o desejo de que todas as iniciativas locais se cadastrem, para que tenham certificação federal. 

Lembrando que o sarau tenta a pontualidade britânica e começa com quatro, dez, vinte e já contou ao final com mais de cinquenta participantes, sem a preocupação de se tornar evento de massa, bastando ser encontro de púbico, Brasil informou a programação deste dia. 

Ato contínuo, após diferenciar massa e público, Brasil fez a leitura da ata anterior, do Sarau do FIC Verde, realizado na comunidade de Timbaúba. Em seguida, teve início o ciclo de conversas sobre o Carnaval. Tomando a palavra, como programado, Rau Ferreira faz um histórico do tríduo momesco, especialmente em Esperança. Marquinhos Pintor, presidente da AAQM (Associação Afro-cultural Quero Mais), falou de seu envolvimento com a festança, desde a infância ao lado do pai, o popular “Moleque”, dos irmãos e da irmã, passistas da “Última Hora”, discorrendo de como eram feitos os instrumentos, de maneira artesanal; fala das papangus, do Zé Pereira, das Escolas de Samba e dos Índios até chegar à “Ala-ursa”, cujo resgate nos últimos 10 anos vem sendo promovido pela “Quero Mais”, cuja a realização do atual concurso oficial começou sob a organização dele, com patrocínio e participação da ativista Mariete Delon. Dentre as ponderações do público-plateia-atração presente, duas se destacaram: Adelson dos Santos, evangélico, mostrou conhecer o tema, fazendo menção a alguns blocos da Cidade; Ivanildo Xavier, que chamou a atenção para a importância da Ala-ursa, pois em Campina Grande, onde reside, não se tem mais essa figura, enquanto que em Esperança, muitas pessoas ainda não lhe dão o devido valor. 

Brasil, Carlos Almeida, Severino do Ramo, dentre outros pontuaram ao longo das falas. Às 21 horas, a segunda parte do Sarau, teve início com os poemas “Carnaval de Seu Jacinto, em homenagem ao jornalista esperancense Jacinto Barbosa”, em três cordéis (E. Brasil). 

Almeida relembrou o seu Recife, disse e cantou, à capela, “Felinto” (Evocação Nº 1, de Nelson Ferreira). Fernando Virtuosi, Severino e quem se dispôs a usar dos instrumentos disponíveis, executaram “Acorda Maria Bonita”, do cancioneiro popular, com flauta doce e percussão. 

Rau Ferreira, por sua vez, falou da dualidade que há entre poesia popular e clássica, dizendo que cada uma tem sua beleza, e que entre erudito e popular há muita afinidade. Após as ponderações de Brasil e de Ivanildo Xavier, a despeito de não serem critérios de valor, mas apenas didáticos, Ferreira recitou versos de Zé da Luz: “As flô de Puxinanã”. Em seguida, disse “Joaquim Tomaz”, versos de repente de Silvino Olavo, em resposta a um desafio. 

Almeida, lembrando fala de Severino sobre as Muriçocas do Miramar, à capela cantou música do seu torrão, titulada “Esperança”, de Valtinho (Banda Pau de Cordas). 

Diante das referências a Pernambuco, suas cidades e artistas referenciados no Sarau, Brasil trouxe para o debate Antônio Nóbrega, que resgatou dentre outras, marchinhas e frevos em seu trabalho, especialmente no CD “Na pancada do ganzá”, contando do saber da avó materna de “Truléu da Marieta” e suas variações. Iordan Alves Carneiro fez alguns versos de improviso, falando dos ancestrais que estavam presentes na memória dos carnavais e que encontram em Esperança o seu lugar. Ele ainda tomou do pandeiro trazido por Severino para cantar “Deixa a vida me levar” (Zeca Pagodinho), acompanhado em coral por todos. 

Enquanto se espera mais alguém soltar a voz, Brasil disse o “Carnaval 2025”, de como ele se projeta para o ano do Centenário da nossa emancipação política (Cordel 49-176). Logo após, Severino fala do Carnaval de Bezerros/PE – o carnaval de máscaras – onde os blocos concorrem a melhor máscara a cada ano, dizendo que aquele município também tem outra atividade, que é a xilogravura sendo, portanto, considerada a cidade do cordel. 

Na ocasião, Brasil contou uma história vivenciada por ele em Triunfo/PE, onde foi confundido, numa brincadeira entre artistas locais, com o cantor Nando Reis, onde se encantou com a referência aos Caretas do Carnaval. Beilza Pessoa falou do carnaval do mela-mela em Macau/RN, onde o mel se mistura ao calor e ao sal. Lá, a tradição são as festas de clubes, mas o “Bloco do Mel”, sem avisar, saia de algumas ruas e ruelas, e invadem o corredor da folia; seus componentes empurram carros de mão com tonéis de mel, passando a lambuzar as pessoas. 

Pertinho do final deste Sarau, Juscelino Cavalcanti comentou o contraste entre público e massa, louvando a iniciativa do FIC. Disse que é comum “valorizar setores da mídia que não vão agregar sabedoria e conhecimento”. Feita foto oficial, como de costume, Rau Ferreira ainda fez a leitura do seu poema “Carnaval de todos os tempos”. Ao final, Fernando Virtuosi e Severino do Ramo (flauta doce e percussão) tocaram a conhecidíssima “Anunciação” (Alceu Valença) e Asa Branca, imortalizada pelo rei do baião Luiz Gonzaga. Finalizado os trabalhos, formaram-se rodas de amigos para as despedidas, já convocando para o próximo encontro, que será no mais tardar em março. E para constar, lavramos esta ata a quatro mãos, Rau Ferreira/Evaldo Brasil. 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Nas vias do absurdo 2 | Silvino Ferrabrás | Esperança/PB

Se ainda fosse sábo!

É madrugada agora
Amenhã terá rojão
Manhã de índjo na rua
Adepois blocos de Lia
Vai ter João de Maria
E travestido -nega nua!
Precedeno o arrastão
A escola em boa hora...

Quero Mais é persistente!
Morro do Piolho agita!

Segunda tem Maria
Bunita Mulé Macho
Vai ter Maria de João
Travestidas –bigó de tinta
À tarde a praça se pinta
De ala-ursa em multidão
Feito macaíba no cacho
- Lá vem arrasto, vigia!

Migué vem fazer mascara
- Máscara de ala-ursa, tio!

Terça torço pra sedo
Cedere a um bom senso
E as criança saíre
Sem tanto sol assolano
Por aqui eu vou ficano
E se as cinzas caíre
Depois de esfregá o lenço
Venho contá um segredo.


(Silvino Ferrabrás)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Campanha | Dança Mortal | Brasil

2016

Arquitetura | APAE | NSS*

2015........................................
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24SET15 *Nova sede social da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, na Rua Padre Zé Coutinho. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 


Logradouros | Rua Joaquim Garcia | IAUC*

2009
06SET Durante as eleições, a vista embandeirada da Usina para a Bela Vista. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2013
JAN2013 No pé da ladeira, o encontro com as *imediações da antiga Usina de Compostagem. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2015
SD Com o solo mais firme, mais ainda excessivamente íngreme, alvo de campanha do Jornal A Cidade. FONTE: Perfil no facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
2016
28MAI Mais um registro, a mesma paisagem. FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
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28MAI Vista reversa, em panorâmica, mostra até onde o calçamento já chegou... FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

Arquitetura | Quatro Pisos | DPC*

2021........................................ ... 26JAN Registro na contraluz de fim de tarde, vista do lajeiro da Capelinha, com quem compet...