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terça-feira, 5 de novembro de 2019

Especial | Centro Cultural | PIOC*

1990........................................
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MAR90 Registro da *placa inaugural do Centro Cultural de Esperança, espaço ocupado para Câmara Municipal, pelo Poder Legislativo. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

sábado, 27 de agosto de 2016

Especial | Sarau das 10 Presenças | FIC*

2016
27AGO16 As presenças do Sarau do *Fórum Independente de Cultura/FIC. FOTOS: Evaldo Brasil & Marquinho Pintor.

A TÍTULO DE REGISTRO

Registro do Sarau do FIC (Fórum Independente de Cultura), Edição 2016.4, em 27 de agosto de 2016, denominado “Sarau das 10 Presenças”, realizado na Câmara Municipal de Esperança. 

Após a última das assinaturas dos presentes, (em livro listados) registramos o que segue. 

Pelas 19h já se encontrava no local o vigilante designado, o senhor Luciano da Silva Pereira. Aguardamos, juntos, a chegada de mais alguém estabelecendo como limite às 20h, quando, sem ninguém mais, fecharíamos a casa e seguiríamos cada um para a sua. 

Depois da espera regada a temas diversos, chegaram as meninas do que fazem a dança na Associação Afro-cultural Quero Mais/AAQM, devidamente acompanhadas do coordenador Antonio Marquinho Pintor Viturino. Apenas um frequentador viera ao Sarau, interagindo conosco a cerca dos apelidos, Marinildo dos Santos, apresentando um dos que já fora tratado para relaxar as meninas que, em algum momento, pareciam desconfortáveis no tratamento entre si. 

Dado inicio formal, a pauta foi montada para tratar de rima e dança. Evaldo Brasil aplicou exercícios, improvisando quadras a partir dos nomes dos presentes. Em seguida, depois de alguns tentarem rimar, chegou o momento da apresentação de dança. As dançarinas da AAQM apresentaram dois números, coreografados por elas, um especialmente dedicado à Paraíba (a partir Paraíba, joia rara, de Ton Olivieira), cantada à capela. 

Dando por encerrado, fizemos as fotos oficiais, para publicação nas redes sociais e no Boletim Virtual Lautriv Mitelob. Nada mais havendo a registrar, senão as justificas ausências de Rau Ferreira e Fernando Virtuosi; agendamento para novo sarau em 20 de Novembro, por ocasião da inauguração da sede da AAQM, finalizo este. 
Evaldo Pedro da Costa Brasil. Esperança/PB, em 10 de setembro de 2016.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Opinião | Crise de Representatividade | 3EI*

2015........................................
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Enfim, a corrupção no Brasil começa a ser alvo de punição. Estamos evoluindo. Mas vem de longe a crise de representatividade por esta e por outras razões. *Três episódios ao longo de minha observação dos fatos locais trago para ilustrar.

Primeiro. Quando nossa Câmara Municipal voltou a ter nove vereadores depois de ter 11, por certo período, enquanto meus pares na política e no dia a dia criticavam a mudança em tom de que deveriam ser menos, eu defendia o aumento para 13. Eles argumentavam sob o sinal da crise: nada fazem, comem mole, são apenas intermediários entre o direito do cidadão negado historicamente pelos gestores para se passarem por salvadores da pátria e aprisionarem o eleitor como devedores de um ou mais favores. Eu, pragmaticamente, dizia que 13 aumentaria as chances de ampliar a representatividade e partidos pequenos elegerem representantes por ser o coeficiente eleitoral menor.

Voto vencido. O tempo passa e a lei permite os 13. E nós só elegeríamos um parlamentar no emaranhado das coligações e jogando pelas desregras vigentes, creio. Enquanto isso um ex-filiado se vangloriava de receber um “mensalinho”. Um vereador teve seu apoio na campanha e, ao invés de estabelecer assessorias técnicas para qualificar seu mandato, rateou-as entre seus cabos eleitorais. Nosso parlamentar nem isso fez.

Terceiro. Ontem, um camarada comentava de alguém querendo algo e usando um vereador como escudo. Na impossibilidade de saber quem era, tentamos listar um a um os atuas 13 parlamentares de Esperança nos seguintes termos: a presidenta, o da rádio, o marchante, o professor, o da gráfica, Amazan, o que trabalha na Almeida e Evandro, não nessa ordem e alguns nomes surgiram entre esses oito. E os outros cinco? Massabielly, Baba, o da família de Sandro Sintab... não terminamos a lista por força de outras obrigações.

Nesta terça estarei em Campina Grande por força de um curso. Mas recomendo que quem estiver lendo esse relato faça um esforço para ir à “Casa de Francisco Bezerra da Silva” na reabertura dos trabalhos, neste dia 03. Tentarei estar lá na quinta, dia 05. Afinal, essa crise também é culpa nossa.

Em tempo: ao contrário do que muitos pensam, nas voltas que o mundo dá, vi um deles, também do circuito dos marchantes, e, vendo a foto do 13º... eita... esqueci o filho de Cássia. E olha que praticamente todos eles estão entre meus amigos e conhecidos.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Opinião | O Programa Bolsa Família e o Bolso das Famílias de Programa | NRSS

2011.........................................

Há muito não ia a uma sessão na Câmara Municipal de Esperança/PB. Trabalhando também à noite, só em situações excepcionais. Eis que a solicitação de uma Audiência Pública sobre a Greve na Educação me levou até lá, dia 24 de maio.

Há muito não via uma sessão tão desigual. Trabalhos à parte, só em feiras promocionais. Eis que a solicitação da Audiência Pública sobre a grave crise na Educação foi aprovada por lá, dia 27 de maio, às 14h. Sexta-feira.

Há muito não via fala tão paradoxal. Trabalhadores à parte, as famílias que recebem do Programa Bolsa Família/PBF foram associadas à violência. Sobre essas graves crises, o Vereador Adailton Santos disse do batalhão local estar colocando cerca eletrificada (!)

Há muitos pais de família que minimizam a situação de risco em que vivem com os pequenos valores do PBF. Condicionados à manutenção do filho na escola, à vacinação etc. Se pai, mãe ou ambos gastarem “todo” esse dinheiro com o que quer que seja... Esses dois condicionantes já me dão por convencido do valor do PBF. Como se não bastasse à injeção do montante de recurso na economia local.

Há argumentos fortes contra o PBF: Gera preguiça e acomodação. Ninguém quer mais ganhar 40, 50 reais pra ajudar a encher uma laje, ninguém mais quer ser chamada de peniqueira pra ganhar, honestamente 20 ou 30 reais numa casa de família, pra lavar, passar, cozinhar... Ah, quase me esqueço de lembrar os prazeres de comer e ser comida na casa dos bons e fiéis patrões... e, quanto à laje, entre amigos e com aperitivo e tira-gosto, até de graça.

Com um pouco de dinheiro na mão qualquer pessoa corre dois riscos: de se acomodar ou dar um passo pra sair da miséria absoluta. No primeiro caso, paro. No segundo, aliado ao PBF há programas de capacitação e estímulo a pequenos negócios. Com um pouco de comida, sabão e uma roupa limpa, dá para procurar trabalho.

Sem um pouco de dinheiro na mão qualquer pessoa corre dois riscos: de se acomodar ou se desesperar. No primeiro caso, fica à mercê dos chefes políticos e, na emergência de não morrer e se resolver para o agora e nada mais, se vender e ser massa de manobra. Voto, em uma palavra, a cada eleição. Mula, em outra palavra, a cada circulação de droga comandada pelos chefes. No segundo caso, tomar atitudes agressivas, violentas não criminosas, mas respondendo à violação a que são submetidas diuturnamente por esta sociedade de consumo da qual somos parte.

Não sei, não. Mas entre discursos bem articulados que pouco dizem, mal articulados que dizem muito e silêncios, fico sem saber o que fazer diante do fato de que todos têm razão e, ao mesmo tempo, razão nenhuma. E no diálogo dos Edis com a plateia, me vejo sendo convidado a referendar o que, nem sempre sei, nem sempre concordo. Mas, silenciosamente ou com um leve meneio da cabeça, me vejo obrigado a, comigo mesmo, ora concordar ora discordar de todos eles.

O Bolsa Família deu, dá e continuará dando votos e causando a insatisfação de quem, dele, não pode ou não deveria tirar proveito. Imaginem que deu trabalho para a ex-vereadora Tica, nossa companheira de partido, retirar o nome da lista de beneficiários, vez que agricultora de assentamento, seguro safra ou coisa que o valha, passou alguns meses do seu único mandato ainda na lista. Burocracia, lentidão, ignorância...

Não, não sei. Mas gostaria de saber. Se o pior seria não ter o Programa Bolsa Família e/ou manter o Bolso das Famílias de Programas. Ou se uma coisa e outra é a mesma coisa e *nada representam na singularidade do ser.

Vídeo | Dobrado 220 | FLMO*

SD........................................... SD Durante apresentação da antiga *Filarmônica 1º de Dezembro, atualmente "Luiz Martins d...