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quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Logradouros | Rua do Boi 2 | VAPB

Anos 80....................................
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SD A rua vista da parte alta para baixo, sentido centro-bairro, ainda de calçamento em paralelepípedos...
FONTE: Socorro Rocha, via EPBTM. TRATO: Evaldo Brasil.
SD............................................
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SD ... E já com a primeira camada de asfalto...
FONTE: Cida Galdino, via EPBTM. TRATO: Evaldo Brasil.
2012.........................................
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FEV12 Um recorte possível na primeira passagem do Google...
FONTE: Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil.
2018.........................................
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DEZ18 ... E o recorte da segunda passagem do Google.
FONTE: Idem. TRATO: Idem.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Personagem | Dona Anjinha | CDA*

2017........................................
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SD A *centenária Dona Anjinha, comemorando 105 anos com a família.
FONTE: Esperança-PB Terra Mãe, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil.
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SD A fé da família estampada na casa de Dona Anjinha.
FONTE: Idem. TRATO: Idem.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Um museu para Esperança

Há muito se discute e se faz isso ou aquilo em torno da (des)necessidade de um museu em Esperança.

Quando nos idos anos 90 do século passado o tema veio à tona na Revista da Esperança, houve que dissesse que "Esperança não tinha nada a preservar. Era muito nova." Eu então argumentava que a gente não precisava completar 400 anos para ver o que sobrou e, cuidar da sobra! Estava à vista uma mandíbula de haplomastodonte* com cerca de 8kg e por volta de dez, eu disse 10.000 anos, que fora encontrada nas obras do depósito da Decorama, na rua José Andrade.


Anos depois um museu temporário marcaria as comemorações dos 80 anos de Esperança, era 2005. Uma série de cartões postais com 8 e um extra registraria especialmente o que fomos/tivemos, por iniciativa de Mércio Araújo e Evaldo Brasil, com apoio da iniciativa privada e patrocínio da prefeitura.
Nos setenta anos, prédios foram reinaugurados, uma edição especial do Jornal Novo Tempo registrou parte da história e a história recente das obras públicas entregues pela gestão Luiz Martins. Era 1995. o Banco do Brasil e a Caixa Econômica viraram galeria história para exposições fotográficas.


Nos sessenta anos, circulou material especial. No cinquentenário houve até concurso de miss... antes disso não tenho registro. Mas...
O pacote de fotografias em série, funcionando com cartão postal, mais antigo já encontrado é de 1935. Esperança estava nos seus 10 anos. Um estúdio fotográfico de Laranjeiras (Alagoa Nova) fora seu autor.
Se voltarmos no tempo, mais e mais, chegamos a 1713 como a primeira referência a nossa terra, mais precisamente a Sesmaria de Lagoa de Pedra, seguida da de Banabuyê, compondo o nosso território.


Nino Pereira, João de Deus Melo, José Régis, Inacinha Celestino, José Torres, João de Patrício, Jacinto Barbosa, Rau Ferreira ... são alguns dos nomes que, de alguma forma e a seu tempo representam essa preocupação.

Quem não sabe do esforço de João de Deus para evitar a derrubada do cineteatro São José e da Casa dos Brandão, que fora de Manoel Rodrigues, nosso primeiro prefeito, onde foi celebrada a emancipação política... quem não sabe se esforce para saber já que um povo sem passado (memória) é um povo sem futuro, pois de presente de incertezas, de falta de raízes, sem referências ...sem futuro.


Então, estamos pra comemorar 90 anos, numa contagem regressiva para o Centenário. O que teremos a comemorar se sequer uma lei que preserve o patrimônio arquitetônico não tivermos até lá? sem sequer uma casa de memória até lá? sem a preservação e o estímulo aos artistas de hoje e que surgirem até lá? será que para ter o novo sempre precisamos matar o velho? Se assim for, assassinem seus pais! Se não diretamente, faça como se fez com o Açude Público, açude velho Banabuyé. Provavelmente o maior crime coletivo dessa comunidade.
Se não falei da Maternidade, o que fizemos com as irmãs?
Mas meus irmãos, há notícias do Banaboé Cariá, Recortes da Historiografia de Esperança (Rau Ferreira) mais um livro para pesquisa escolar a partir do registro, da correção, da reafirmação de pessoas, fatos e lugares, de novos fatos e olhar sobre o(s) que fizeram e/ou fazem a nossa história. 30 anos depois do Livro do Mobral.
Ah, essas fotos? São de uma modesta investida pessoal de Carlos Pessoa. A sede, por saudades, do Samba Hits.

*tataratataratatarataravô do que seria hoje o elefante.

sábado, 13 de junho de 2015

Logradouros | Rua do Boi (1) | VSPM*

ATUALIZAÇÕES 2021

1935.........................................
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SD Antiga Rua Centenário, onde os currais dariam origem ao nome popular que persiste. 
FOTO: João G. Guimarães. ACERVO: Pedro Gazeano. 
FONTE: JanilsonElaine, via Facebook. TRATO: Evaldo Brasil. 
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SD Verso da foto que, à época se fazia Cartão Postal. Como se vê, passou por pelo menos uma mão antes de ser preservado por Seu Pedro Gazeano. 
FOTO: João G. Guimarães. ACERVO: Pedro Gazeano. TRATO: Evaldo Brasil. 
2012........................................
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FEV12 Permanência de algumas edificações de traço arredondado. 
FONTE Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
2013........................................
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14MAR13 Rua Senador Epitácio Pessoa nas chuvas de março. 
FOTO&ACERVO: Jean Andrade. TRATO: Evaldo Brasil. 
2016..........................................
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08AGO Já não tão afetada pelas chuvas.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.
2018..........................................
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DEZ18 O recorte possível no segundo ano do Google pela cidade. 
FONTE Google Street View. TRATO: Evaldo Brasil. 
2020..........................................
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12JAN Um registro nas caminhadas de fim de tarde. 
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil. 
2021..........................................
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01MAI *Vista no sentido Posto de Combustíveis - Matriz.
FOTO: Adriano Cabeção. FONTE: Banda Marcial, via WhatsApp. TRATO: Evaldo Brasil.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Biografia | Seu Titico Centenário | OEE*

1963........................................
2005........................................

Orgulho e exemplo de esperancense


Por Evaldo Brasil - Aos 18 de novembro (de 2005), se estivesse entre nós, Francisco Celestino da Silva, Seu Titico, faria 100 anos. Na última das quatro edições da Revista da Esperança, que publicamos em 97, Seu Titico foi homenageado em matéria de capa titulada “Um genial e carismático Professor Pardal”. A alusão ao personagem dos gibis de Walt Disney refletia a nossa infância, quando passávamos diante da garagem (laboratório) da Solon de Lucena, onde, sempre se encontrava Seu Titico, consertando, experimentando, criando alguma coisa; estimulando nossa imaginação.

Titico, como a mãe, dona Ana Maria de Jesus, chamava o menino Francisco, assistia o pai Joaquim consertando instrumentos musicais. Aos cinco tocava seu primeiro instrumento. De tão pequeno, viam-se mãos, harmônio e pés. Mas brincava de pião, de castanha e soltava coruja.

Sanfona, violino, violão e o seu “buzinofone” eram tocados por Titico, seja nas serestas do “Lira de Ouro”, em missas, casamentos e no Cine São Francisco. Como aprendeu tudo isso? Foi autodidata, tendo recebido o estímulo de Padre Zé Borges para aprender as letras. Ao ensinar algo era comparado a um professor, pela riqueza de detalhes. Que seria seu Lampadinha, senão a convivência e a curiosidade?!

Como os gênios do Renascimento, Titico Celestino fez de tudo um pouco. Aos 13 anos construiu um carro de madeira. Era carpinteiro, marceneiro, pintor e eletricista. Consertou armas, foi ourives, relojoeiro, Depois de um acidente em passeio ao então distrito de Areal, transforma um Chevrolet 28 em caminhonete. Consertou o primeiro rádio que chegou a cidade e muitos outros depois. Não dava para esperar um técnico, a época.

Católico, na década de 50 integrava a Escola Cantório Sagrado Coração, com Hilda Batista. Dirigiu o coro da matriz de Nossa Senhora do Bom Conselho e compôs de sambas a valsas. Orador, ele foi um dos fundadores do antigo “Esperança Club” e do Centro Social Lítero-Recreativo, que se tornaria Centro Artístico-Operário e Beneficente de Esperança (CAOBE), chegando a ser vice-prefeito de Joaquim Virgolino (55 a 59).

Vaidoso, sempre gostou de perfumes fortes e brilhantina Superfix. O chapéu de palha dura, a bengala e o par de óculos, à moda da elite econômica e cultural com quem convivia, era seu traje típico, incluindo terno completo.

Casado com Juliana Taveira desde 29, conhecida como “mãe da pobreza”, eles receberam em sua residência todas as camadas sociais, destacando-se os padres amigos Palmeira e Borges, mas também os foliões da cidade, que chegaram a tomar mais de 100 litros de licor no Carnaval 73.

Em 1974 alunos do professor Nino Pereira fazem a primeira biografia de Seu Titico. 11 anos depois, nas comemorações dos 60 anos da Cidade, um tabloide comemorativo traz homenagem titulada “Titico: Um sorridente e feliz cidadão esperancense”. Em 94, depois de nos deixar naquele janeiro último, a família recebe a biografia feita pelos estudantes e, o jornal O Norte publica “Coisas da minha terra: música, alegria e luz”, dando a Paraíba o conhecimento sobre Seu Titico, através das palavras de Mª Violeta Pessoa. Aos 70 anos de Esperança, 1995, o mensário Novo Tempo registra homenagem a Seu Titico com uma caricatura legendada.

Relendo a publicação da Revista da Esperança para sintetizar aqui parte da vida deste esperancense centenário, não poderia deixar de terminar com a lembrança do cinema como cine-teatro, palco de shows de artistas nacionais e das apresentações dos grupos de teatro escolar e amadores que tivemos, bem como de citar Seu Titico como um exemplo a ser utilizado por professores e pais para os filhos e estudantes.

Como se não bastasse tudo que já foi dito, os 60 anos do presépio que manteve na sala da casa, há 15 sem ser desmontado, é uma herança para toda a nossa comunidade que, hoje, vive os 80 anos de emancipação política.

Contar um pouco da vida de Titico Celestino é contar muito da história de Esperança. Ler algo mais talvez seja interessante. Porisso sugiro o Livro do Município (Livro 6, Mobral, set 1985), Esperança e Sua Gente (Inácio Gonçalves, 1994), 50 Anos de Futebol Etc. (Francisco Cláudio, 1994) e a Revista da Esperança (4ª Edição, out-dez 1997).
Original de 2005, pela passagem dos 80 anos de Esperança. Leia também C49-184|A-2 Titico Celestino: O genial e carismático Professor Pardal

sexta-feira, 14 de março de 2014

Poema | C49-176 Carnaval 2025 (I) Das Ala-ursas | Cordel

2014........................................

De como me projeto ao Ano Centenário

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13MAR Depois de viver mais um concurso de ala-ursa, me projeto para 2025, quando do centenário de Esperança, imaginando o concurso ideal, sabendo que o real é quem manda. Mas projetar-me pro futuro é de graça.
AUTOR&TRATO: Evaldo Pedro da Costa Brasil.


Vídeo | Dobrado 220 | FLMO*

SD........................................... SD Durante apresentação da antiga *Filarmônica 1º de Dezembro, atualmente "Luiz Martins d...