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domingo, 16 de maio de 2021

Capas | Memórias de uma Infância Nordestina | JTP*

2000........................................
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25DEZ *João T, Pereira, nascido em Esperança. em 1912, lançou esse trabalho aos 88 anos, em Assis/SP, em 27 de outubro por ocasião do seu aniversário.
FOTO&TRATO: Evaldo Brasil.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Movimento | Esperança caminha para instalação do seu instituto histórico e geográfico | IHGE

2017........................................
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14DEZ Treze cabeças em torno de uma ideia: Instalar o IHGE para resgate, arquivo, registro, preservação e entrega dos conteúdos de nossa história e de nossa gente ao porvir.
FONTE: Acervo IHGE. TRATO: Evaldo Brasil.

Esperança caminha para instalação do seu instituto histórico e geográfico


Em reunião deliberativa autoridades, intelectuais, poetas, acadêmicos e algumas das principais instituições ligadas à história e à cultura de Campina Grande, Esperança, e região estiveram em reunião, na tarde de quinta-feira (14/12), no Centro Cultural e Biblioteca “Dr. Silvino Olavo”, em torno do ideal da fundação do Instituto Histórico e Geográfico de Esperança/IHGE.

A ideia que surgiu em 2014, volta a ser discutida pela sociedade esperancense, na perspectiva de resgate da memória local, com o apoio dos Institutos Paraibano, Campinense e de Serra Branca (IHGP, IHCG e IHGSB),  Nuphel – Núcleo de Pesquisa e História Local/UEPB, Fórum Independente de Cultura de Esperança (FIC) e da Sociedade Parahybana de Arqueologia (SPA).

Participaram ainda o Secretário de Educação do Município, pastor Michael Lopes; o Diretor do Departamento de Cultura, Professor André Oliveira; além dos confrades Ismael Felipe, Professor José Cícero do Bu, Gustavo Tavares, Joana D’arc, José Edmilson Rodrigues e Vanderley de Brito.

Dentro dos assuntos tratados, a importância de uma casa de memória, os passos para a formalização e sua importância para a posteridade.

Foi deliberado no sentido de nos reunirmos com o gestor municipal para apresentar um projeto, em vista da alocação do instituto na guarda da memória do nosso povo e da nossa terra; convite àqueles que participaram da primeira reunião, extensivo a outras personalidades; audiência pública na Câmara Municipal para informação a sociedade, com formalização do IHGE; elaborando-se, até lá os seus estatutos.

O próximo encontro será realizado no dia 08 de fevereiro de 2018, pelas 14 horas, no mesmo local. Agende-se!

Rau Ferreira/Evaldo Brasil
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15DEZ Numa reflexão carinhosa, blogueira esperancense comenta a luta pela instalação do IHGE.
FONTE: O Mundo e suas voltas, blogue. TEXTO: Ana Débora Mascarenhas. TRATO: Evaldo Brasil.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Um museu para Esperança

Há muito se discute e se faz isso ou aquilo em torno da (des)necessidade de um museu em Esperança.

Quando nos idos anos 90 do século passado o tema veio à tona na Revista da Esperança, houve que dissesse que "Esperança não tinha nada a preservar. Era muito nova." Eu então argumentava que a gente não precisava completar 400 anos para ver o que sobrou e, cuidar da sobra! Estava à vista uma mandíbula de haplomastodonte* com cerca de 8kg e por volta de dez, eu disse 10.000 anos, que fora encontrada nas obras do depósito da Decorama, na rua José Andrade.


Anos depois um museu temporário marcaria as comemorações dos 80 anos de Esperança, era 2005. Uma série de cartões postais com 8 e um extra registraria especialmente o que fomos/tivemos, por iniciativa de Mércio Araújo e Evaldo Brasil, com apoio da iniciativa privada e patrocínio da prefeitura.
Nos setenta anos, prédios foram reinaugurados, uma edição especial do Jornal Novo Tempo registrou parte da história e a história recente das obras públicas entregues pela gestão Luiz Martins. Era 1995. o Banco do Brasil e a Caixa Econômica viraram galeria história para exposições fotográficas.


Nos sessenta anos, circulou material especial. No cinquentenário houve até concurso de miss... antes disso não tenho registro. Mas...
O pacote de fotografias em série, funcionando com cartão postal, mais antigo já encontrado é de 1935. Esperança estava nos seus 10 anos. Um estúdio fotográfico de Laranjeiras (Alagoa Nova) fora seu autor.
Se voltarmos no tempo, mais e mais, chegamos a 1713 como a primeira referência a nossa terra, mais precisamente a Sesmaria de Lagoa de Pedra, seguida da de Banabuyê, compondo o nosso território.


Nino Pereira, João de Deus Melo, José Régis, Inacinha Celestino, José Torres, João de Patrício, Jacinto Barbosa, Rau Ferreira ... são alguns dos nomes que, de alguma forma e a seu tempo representam essa preocupação.

Quem não sabe do esforço de João de Deus para evitar a derrubada do cineteatro São José e da Casa dos Brandão, que fora de Manoel Rodrigues, nosso primeiro prefeito, onde foi celebrada a emancipação política... quem não sabe se esforce para saber já que um povo sem passado (memória) é um povo sem futuro, pois de presente de incertezas, de falta de raízes, sem referências ...sem futuro.


Então, estamos pra comemorar 90 anos, numa contagem regressiva para o Centenário. O que teremos a comemorar se sequer uma lei que preserve o patrimônio arquitetônico não tivermos até lá? sem sequer uma casa de memória até lá? sem a preservação e o estímulo aos artistas de hoje e que surgirem até lá? será que para ter o novo sempre precisamos matar o velho? Se assim for, assassinem seus pais! Se não diretamente, faça como se fez com o Açude Público, açude velho Banabuyé. Provavelmente o maior crime coletivo dessa comunidade.
Se não falei da Maternidade, o que fizemos com as irmãs?
Mas meus irmãos, há notícias do Banaboé Cariá, Recortes da Historiografia de Esperança (Rau Ferreira) mais um livro para pesquisa escolar a partir do registro, da correção, da reafirmação de pessoas, fatos e lugares, de novos fatos e olhar sobre o(s) que fizeram e/ou fazem a nossa história. 30 anos depois do Livro do Mobral.
Ah, essas fotos? São de uma modesta investida pessoal de Carlos Pessoa. A sede, por saudades, do Samba Hits.

*tataratataratatarataravô do que seria hoje o elefante.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Evaldo Brasil 2012: Manifesto Memorialista I

PIC 80.300 Partido da Identidade Cultural. Vem com a gente! Porque isso é tudo folk lore.
Um novo partido está sendo gerado, o Partido da Identidade Cultural/PIC. Seu ideário parte de um único objetivo: fazer valer a nossa identidade cultural. Seu slogan convida a todos para seguir juntos na caminhada: “Vem com a gente!”; seu lema “porque isso tudo é folk lore”, regurgita um das marcas da imposição cultural norte-americana no mundo “That’s all folks!” impregnado nas mentes das crianças ao assistirem desenho animado como Perna-longa e Patolino.
Pode até parecer piada, mas propõe a valorização da cultura do povo (folk lore =folclore), se contrapondo a cultura alienígena tão bem confrontada por Ariano Suassuna (O Auto da Compadecida).
A identidade cultural de um povo é o seu maior patrimônio. Nós, ocidentais, estamos longe, mas muito longe do que caracteriza, porexemplo, a China e a Índia. Do ponto de vista local, já foi dito que, para ser universal basta ser local, daí, se acolhemos modos e hábitos de fora e apagamos nossa memória, o que nos resta? Cópias mal acabadas sem raiz e sem nariz. Não temos alicerces nem cacife suficiente para superar o original. Vamos pensar nisso! Venha pro PIC! Vote 80.300!

Capas | Fortuna Crítica de Augusto dos Anjos | GC*

1981........................................ ... SD Trabalho do esperancense *Gemy Cândido, específica, antes da obra dedicada a toda a lite...